Sinopse/Resumo
Criado para ser um assassino, o agente 47 (Timothy Olyphant) trabalha para uma misteriosa organização. Mas quando aceita a missão de assassínio de um político que se revela uma armadilha, tem descobrir os cabecilhas da conspiração enquanto protege uma prostituta russa e foge aos serviços secretos russos e à Interpol.Crítica
Este filme (Hitman – Agente 47) é uma adaptação de um videojogo, Hitman – Codename 47, que eu joguei e por isso tinha alguma curiosidade para o ver. Neste jogo controlamos um assassino clonado a partir da combinação do DNA dos cinco criminosos mais perigosos do mundo, criado para ser o assassino perfeito.
Nesta adaptação ao cinema, tomaram-se algumas liberdades com a origem dos agentes, no filme eles são escolhidos à nascença para se tornarem assassinos impiedosos para uma organização secreta.
O filme está bastante fiel ao jogo, não faltando alguns dos pormenores interessantes do jogo como o modus operandi do agente para desempenhar as suas missões, em que por exemplo tinha de obter determinados uniformes ou desempenhar determinadas tarefas para obter acesso a áreas. O agente 47 mantém o seu ar sério e profissional, sem mostrar muita emoção. Para equilibrar um pouco este tom sério, juntou-se uma mulher à equação, o que está algo fora do contexto do jogo original, mas não chega a comprometer o tom do filme. Inclusive, da falta de jeito do agente 47 para lidar com
mulheres resultam os momentos mais descontraídos do filme.
Em termos de cenas de acção estão bem conseguidas e o agente 47 prova ser uma assassino impiedoso. Para quem
quiser ver um filme de acção non stop e sem grandes preocupações de história este filme é uma boa opção.
2,5/5 Razoável




