Criado para ser um assassino, o agente 47 (Timothy Olyphant) trabalha para uma misteriosa organização. Mas quando aceita a missão de assassínio de um político que se revela uma armadilha, tem descobrir os cabecilhas da conspiração enquanto protege uma prostituta russa e foge aos serviços secretos russos e à Interpol.
Crítica
Este filme (Hitman - Agente 47) é uma adaptação de um videojogo, Hitman - Codename 47, que eu joguei e por isso tinha alguma curiosidade para o ver. Neste jogo controlamos um assassino clonado a partir da combinação do DNA dos cinco criminosos mais perigosos do mundo, criado para ser o assassino perfeito.
Nesta adaptação ao cinema, tomaram-se algumas liberdades com a origem dos agentes, no filme eles são escolhidos à nascença para se tornarem assassinos impiedosos para uma organização secreta.
O filme está bastante fiel ao jogo, não faltando alguns dos pormenores interessantes do jogo como o modus operandi do agente para desempenhar as suas missões, em que por exemplo tinha de obter determinados uniformes ou desempenhar determinadas tarefas para obter acesso a áreas. O agente 47 mantém o seu ar sério e profissional, sem mostrar muita emoção. Para equilibrar um pouco este tom sério, juntou-se uma mulher à equação, o que está algo fora do contexto do jogo original, mas não chega a comprometer o tom do filme. Inclusive, da falta de jeito do agente 47 para lidar com
mulheres resultam os momentos mais descontraídos do filme.
Em termos de cenas de acção estão bem conseguidas e o agente 47 prova ser uma assassino impiedoso. Para quem
quiser ver um filme de acção non stop e sem grandes preocupações de história este filme é uma boa opção.
No oeste do Texas, na década de 80, Llewelyn Moss (Josh Brolin) descobre o cenário de uma transacção de droga que correu muito mal. Resultado: vários mortos, uma grande quantidade de heroína e uma mala com 2 milhões de dólares, que leva consigo. Grande erro, pois no encalço desta mala, estão Anton Chigurh (Javier Bardem), um assassino psicótico sem senso de humor e piedade e Carson Wells (Woody Harrelson), um caçador de prémios. Será que o xerife local, Ed Tom Bell (Tommy Lee Jones) vai conseguir impedir um desfecho sangrento para Llewelyn Moss?
O novo filme de Roland Emmerich, 10,000 B.C., tem um trailer novo, apresentado abaixo. Este filme segue a viagem épica de um caçador de mamutes através de território desconhecido para garantir o seguro da sua tribo,
A internet leva a que se gerem fenómenos engraçados de “sucessos virais” de vídeos e das suas respostas.
O que se segue é um destes fenómenos, que começou com um vídeo feito pela Sarah Silverman a anunciar a Jimmy Kimmel (o seu namorado) a sua “traição” com o Matt Damon. O Jimmy Kimmel não quis ficar atrás e superou-a com um ainda melhor vídeo de vingança.
O grande vencedor dos Óscares 2008 foi o filme Este País Não é Para Velhos, dos irmãos Cohen, que foi premiado com os prémios de Melhor Filme, Realização, Actor Principal (Daniel Day-Lewis) e Secundário (Javier Bardem) e Melhor Argumento Adaptado. A lista dos premiados é a seguinte:
Michael Clayton é um fixer, encarregado de resolver as situações sujas de uma empresa de advogados em New York. Embora insatisfeito com este rumo da sua vida, tem de o fazer devido a insucessos na sua vida (divórcio e problemas de dinheiro). Entretanto, vai ter de resolver um caso de grande importância da sua empresa que envolve um acordo milionário, em que o advogado que lidera o caso, angustiado com a culpa, sabota o caso.
Knight Rider (200 é o regresso da famosa série dos anos 80, Knight Rider, num filme que continua a história das séries anteriores. Este filme de TV serve como episódio piloto para uma possível nova série.
Como fã da velhinha série, vi este filme por pura curiosidade. Desiludiu-me imenso e a abordagem escolhida é mais de filme de acção para adolescentes, muito na onda do também horrível Transformers.
No geral, a escrita é péssima, destacando-se os seguintes aspectos que falham/não se enquadram de todo com o espírito da série antiga:
Demasiadas personagens sem qualquer interesse, apenas tentando atingir alguma profundidade dramática que nunca é atingida, e as personagens não são suficientemente desenvolvidas.
O “Michael Knight” desta série, Mike Traceur, é apresentado como estando na universidade, e logo quando aparece está na cama com duas “colegiais”! Além disso, a sua personagem não tem grandes escrúpulos, estando a dever dinheiro e é imaturo. Não é o tipo de personagem de que se goste, ao contrário do Michael Knight.
A polícia desta série é também apresentada de uma forma completamente ridícula, na sua casa na praia, numa cena de bikini, e a despedir-se da conquista da noite anterior, uma mulher, o que não tem qualquer relevo para a história, apenas parecendo uma tentativa de cativar um público diferente.
Os próprios efeitos especiais da série não impressionam nada!
A escrita tem imensas falhas, situações estúpidas, más piadas, cenas de bikini e afins gratuitas!
Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street é o título do mais recente filme de Tim Burton, inspirado num musical de sucesso da Broadway. O filme conta com as participações de Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Alan Rickman, Timothy Spall e surpreendente interpretação de Sacha Baron Cohen.
Não querendo ser spoiler, mas querendo deixar uma certa curiosidade no ar, o filme conta a história de Benjamin Barker, a.k.a. Sweeney Todd, um modesto barbeiro, que devido à cobiça alheia se vê forçado a um exílio de 15 anos, ficando assim privado da sua família. A pós estes 15 Benjamin Barker regressa novamente a Londres. Desiludido com a vida (e com a sua situação) assume uma nova identidade, Sweeney Todd à procura de vingança.
Ao longo de um cenário negro e sombrio, que mostra uma cidade pouco convidativa, a acção desenvolve-se entre catchy songs, um humor negro simplesmente delicioso, cenas de violência breathtaking e interpretações facinantes.
Os famosos prémios do festival de cinema de berlim (Berlinale) de 2008 estão aí e o grande vencedor é Tropa de Elite, um filme brasileiro que conta a acção policial nas favelas. Outro destaque é Jonny Greenwood ter ganho um prémio com a sua banda sonora para There Will Be Blood, infelizmente recusada nos Óscares.
Nas terras frias da Dinamarca, o Rei Hrothgar (Anthony Hopkins) e o seu povo estão a ser aterrorizados por um monstro, o Grendel, e emitem um chamamento a guerreiros que o possam matar. O guerreiro Beowulf responde a este chamamento, e consegue matar Grendel, mas ao fazê-lo enfurece a mãe de Grendel (Angelina Jolie), que começa a matar por vingança. Para a parar, Beowulf tem de lutar com esta, mas devido à beleza desta vai cair numa tentação que o vai atormentar para o resto da sua vida.
Crítica
Robert Zemeckis volta aos filmes de animação, depois de Polar Express, para realizar a adaptação do mais antigo e conhecido poema épico escrito em língua inglesa, inspiração capital para a obra de J.R.R. Tolkien. Não conheço a história original, mas a apresentada aqui é uma história imortal de heróis e das suas qualidades e erros. A animação é muito boa, e sugiro a quem possa ver a versão em 3D, diferente da 2D que eu vi.
O filme é bastante interessante mas podia ser melhor. Continuar a ler »
1 - "In Rainbows" - Radiohead
2 - "Night Falls Over Kortedala" - Jens Lekman
3 - "Icky Thump" - The White Stripes
4 - "Neon Bible" - The Arcade Fire -
5 - "Smokey Rolls Down Thunder Canyon" - Devendra Banhart
6 - "Hvarf-Heim" - Sigur Rós
7 - "The Reminder" - Feist
8 - "White Chalk" - PJ Harvey
9 - "Sky Blue Sky" - Wilco
10 - "The Good, The Bad & The Queen" - The Good, The Bad & The Queen